Reformas permitem reestruturação de construções

Muitas construções, erguidas nos centros urbanos, em outros tempos, precisam se adaptar à zona territorial conforme o tempo passa.

Isso acontece em diversas cidades que passaram por transformações urbanísticas, principalmente com a chegada de migrantes, que foram se alocando no bairros mais afastados e que, por acaso do destino, foi crescendo e se tornando ponto de referência, seja residencial, comercial ou mesmo industrial.

Materiais permitem adaptação

O zoneamento urbano precisou passar por estudos para que as adaptações, sob a responsabilidade de setores públicos, pudessem ser realizadas e definir planos, respeitando as áreas de proteção ambiental, das áreas que poderiam ser destinadas exclusivamente a residências, comércios e indústrias.

Até mesmo setores como educação e saúde precisaram ser reavaliados, para que interferências externas não atrapalhassem os estudos ou a convalescênça de um enfermo.

Como muitos prédios foram erguidos sem se atentar ao crescimento urbanístico que as cidades passariam, muitos precisaram passar por grandes transformações.

Assim, adaptações precisaram ser realizadas, da estrutura externa à estrutura interna, com pisos e revestimentos que permitissem a instalação de um hospital, ou mesmo uma clínica médica, por exemplo, em áreas que estavam próximas a zonas industriais e que foram substituídos por estabelecimentos comerciais e condomínios residenciais.

As reformas estruturais se deram em ruas e avenidas de diversas cidades espalhadas pelo país, assim como prédios foram adaptados, substituindo portas e janelas pesadas de aço por estruturas mais leves, que comportassem cadeiras e mesas escolares, ou então macas e centros cirúrgicos.

Nestes locais, o mais comum é instalar uma porta lisa de madeira, que pode garantir a privacidade de um quarto ou sala de aula, com o silêncio que estes locais sugerem e que precisam ser respeitados.

Para os pisos, foram necessários estudos, encontrando o tipo ideal para cada ambiente. Foi preciso que aliasse segurança, conforto térmico e acústico e, ainda, um custo-benefício que permitisse a instalação, em um espaço de tempo curto, para oferecer à comunidade um espaço que garantisse as benesses, sendo qualquer estrutura que fosse aplicada no local.

Mesmo sendo comum em chão de fábrica, o epóxi autonivelante preço de custo relativamente abaixo de outros materiais, começou a ser aplicado nos demais projetos, por apresentar facilidade na colocação, permitir fácil limpeza e sem precisar realizar emendas.

Por manter o nivelamento em grandes espaços, seu uso foi ainda mais satisfatório, atendendo a demanda tanto no setor hospitalar quanto no escolar.

Além disso, este material tem outras características que favoreceram na escolha, não só nestes setores, como ainda é utilizado por muitas indústrias e parques tecnológicos. Entre as principais características, estão:

  • Suplantar as irregularidades aparentes dos pisos;
  • Aplicação sobre pisos anteriores, sem deformar;
  • É possível atender as estruturas em todos os níveis;
  • Tem longa vida útil, mesmo com trânsito intenso.

As indústrias do setor de bebidas, que trabalham com agentes químicos e alimentos, de uma forma geral, se aproveitam da qualidade deste tipo de piso, pois ele é asséptico, não permitindo a proliferação de fungos e nem de bactérias.

O uso de parede em drywall também ajudou a determinar os espaços em que cada setor ficaria instalado.

Divisões permitem circulação de ar

Com todas as adaptações que foram necessárias nos centros urbanos, o crescimento populacional ainda trouxe outras questões a serem esclarecidas.

No entanto, mesmo aqueles prédios que tinham tantas salas que precisaram ser reaproveitadas, mas tinham espaços muito amplos e poderiam receber diferentes estruturas, poderiam receber estudantes de diferentes classes e períodos? Ou mesmo que fosse adaptado para um hospital, como dividir os espaços em alas, recepções e centros cirúrgicos?

Outras soluções foram apresentadas, a iniciar pela busca por esquadrias em fortaleza, ou no Rio Grande do Sul, em que houvesse fornecimento de material, de norte a sul do Brasil, os espaços foram sendo readaptados, se tornando verdadeiros centros de referência em sua área.

Com a colaboração da população e o investimento maciço de verba governamental, as comunidades se fortaleceram, permitindo o crescimento de forma regular, sem afetar as áreas de proteção ambiental permanente, de forma ordenada e com instalação de centros comerciais para atender residentes e comerciantes.

No interior dos prédios, os espaços ganharam salas específicas para cada setor. Para que a reforma acontecesse em um curto espaço de tempo, foram aplicados produtos que não precisam quebrar paredes, utilizando uma divisoria de gesso, por exemplo, entre as salas, permitindo conforto térmico e acústico, principalmente pelo piso de epóxi aplicado no chão.

Tais divisões permitem que os espaços contem com circulação de ar e entrada de iluminação natural, atendendo normas técnicas de segurança aplicado em todo as construções.

Como o país não para de crescer, as reestruturações ainda irão acontecer, com a facilidade de produtos que o mercado oferece, permitindo o acesso à educação e saúde para todos.

 

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